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sexta-feira, 6 de junho de 2008
Mais um artigo publicado no blog Pimenta na Muqueca
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Artigo de meu amigo Jorge Soares

Meu amigo de longas datas, Jorge Soares, me mandou esse artigo recheado de filosofia, epistemologia pura e dura. Complexo, mas esclarecedor. Muito interessante. Vale a pena ser lido.
Jorge é um cara a quem devoto muita admiraçao. Durante certo tempo, fomos caminheiros de uma mesma estrada e protagonistas de uma história comum; compartilhamos de um mesmo projeto e olhamos pra uma mesma direçao: queríamos ser franciscanos. Mas, mudamos, eu e ele. Cada um seguiu pra um lado. No entanto, mesmo tendo mudado de caminho, parece que o rumo continua o mesmo: dar uma maozinha pelo bem da humanidade.
Jorge é, hoje, psicanalista e professor universitário.
Segue seu texto:
Tudo começa com o saber
Quando julgamos ser óbvio, quase nunca é verdade. Quando julgamos ser verdade, quase nunca é absoluto. E nos questionamos, o sujeito sempre se coloca diante do objeto como uma ação avassaladora. E nos perguntamos, até quando seremos tratados como objetos e não como sujeitos protagonistas e não como expectadores. Pegando uma carona com a teoria marxista, “o homem é um ser histórico”, sendo ele que faz a sua historia.
Hoje, portanto, com o advento de uma classe que tiveram o poder do saber, é notado a subalternidade de outra que foi sempre subjugada pela dominante. Esta classe dominante predomina como na velha ética grega: o bom, o verdadeiro, o belo, o absoluto. É preciso ter virtude (virtus), se tiver esses valores, você pode até ser considerado “cidadão” pertencente à polis. Do contrário, é colocado na marginalidade. Assim, o sujeito sobrepõe-se ao objeto considerando-o não-ser, o desqualificado, o subdesenvolvido. “Lamentável, raça, de um dia, filhos de acidente e sofrimento (...) o melhor de todos é impossível de obter - não nascer, ser nada” (Nietzsche). Daí, quando a gente faz uma viagem em algumas cidades do Brasil e América Latina e África, notamos o mundo pérfido e insolente, mundo “grego”, mundo do nada.
Desde a antiguidade que o homem busca na razão, toda espécie de verdade para conhecer a realidade do universo, a origem e o significado das coisas. Aristóteles chegou a considerar inerente à natureza o desejo de saber, a curiosidade espontânea para o conhecimento. Até aí tudo bem, nós avançamos e somos hoje pensadores e inventores na natureza. Criamos linhas imaginárias para delimitar o hemisférico, avançamos na ciência, porém, em toda história esse conhecimento sempre foi limitado. Não basta só conhecer, é preciso saber, como afirma Francis Bacon “saber é poder”. Se você sabe, tem o conhecimento. Entretanto, a sabedoria não é o uso adequado do conhecimento para fins éticos e construtivos? Só que o poder é o uso do conhecimento para qualquer fim. E aí a problemática como classe que obteve a sabedoria estar usando o poder?
O conhecimento é, sem dúvida, importante, porém, não garante a sabedoria. Assim, tanto o poderoso quanto o “sábio”, precisam do conhecimento. Então, o conhecimento é axiomático ao saber, um depende do outro. Sendo assim, caro leitor, o conhecimento é uma parte como um rio corrente, quando acontece a enxurrada transborda por toda margem.
Se pensar construtivismo, todos devem ter acesso e beber desta mesma água, o saber. Por conseguinte, cada vez que um ser humano é impedido de aprender a ler, cada vez que a comunidade dos homens não o inicia nessa capacidade, ela o está colocando fora de quase todas as possibilidades de obtenção e transferência de conhecimento.
Da mesma forma, cada vez que um ser humano que aprendeu a ler e a escrever não usa essa capacidade em seu favor e em favor da comunidade em que vive, ele está condenando a si mesmo à marginalidade. Logicamente, o uso e abuso do poder leva o indivíduo à marginalidade. Então adentrando na lógica do saber pode-se abstrair com a práxis do momento os grandes articulares políticos que mobiliza e decidem uma eleição,os que estão,por trás do tráfico de droga. Enfim, tudo isso é fruto do “saber”.
E, assim, ficamos intactos diante da realidade, “É preciso duvidar de tudo que existe” (Descartes.), mas duvidar só, não resolve, é necessário apresentar argumentos lógicos para que haja uma metanóia. E isso só se resolve com o “saber” colocado para o bem comum da humanidade.
Sendo o “homem como a medida de todas as coisas” (Protágoras), ele age e coloca a sabedoria quando conhece o bem e conhecendo-o, não pode deixar de praticá-la. Por outro lado, aspirando o bem, sente-se dono de si mesmo e, por conseguinte, é feliz.
Portanto, a DOXA E O EPISTÉMIE são fundamentais para não ser conhecido como objeto desqualificado e insolente. O indivíduo deve opinar para justificar qualquer espécie de verdade, seja ela dogmática ou não, óbvio ou absoluto tudo isso é ponto de dúvida.
Jorge Soares,
Professor
jsjsdsba2@hotmail.com
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Excelente entrevista de Marina Silva
“política ambiental não se faz com uma melancia na cabeça. Se faz com muito compromisso no coração, boas idéias na cabeça e uma boa capacidade ouvir”.
"A grande comemoração que se pode ter usando o referencial da morte do Chico Mendes [em 1988] é a dimensão e a densidade com quê se trata hoje a questão da Amazônia. Há 20 anos, Chico Mendes era uma voz quase que isolada dizendo que a floresta era muito melhor em pé do que derrubada".
"O Brasil tem 45% de matriz energética limpa. E ele deve continuar com uma economia descarbonizada, mas precisará de uma proposta de matriz energética que incorpore a diversidade".
"Nos últimos três anos tivemos 59% de redução do desmatamento. Isso significou quase um bilhão de toneladas de CO2. Isso representa 14% de tudo que deveria ter sido reduzido pelos países desenvolvidos até 2012, desde o período de compromisso do protocolo de Kyoto".
"Acho que a gente não tem sequer que discutir internacionalização da Amazônia. Esta questão não está colocada. Não há a menor hipótese em concordar com isso".
Ler a entrevista completa: clique aqui.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Uma espécie de crônica - A Praça
Desta vez não foi diferente. Apenas chego na praça do São Caetano, me ponho a observar à minha volta. Hora: 7:30 da manhã. A variedade de figuras, de atores sociais, de papéis representados é algo formidável. No ponto de ônibus, o engravatado olha insistentemente para o relógio; o corretor fala ao celular já tentando convencer o seu cliente; o policial, com cara de mau, desfila com empáfia, projetando ares de xerife.
- Motô! Motô!, grita o rapaz do outro lado da rua, sinalizando para o motorista do coletivo esperar.
Em vão. O motorista olha, finge que não vê e arrasta o ônibus.
- Pessoal, vai mais pra trás! Ainda tem gente pra entrar, grita o cobrador.
Na porta de entrada ocorre uma disputa desesperada pra ver quem ocupará os poucos espaços restantes. Impossível lembrar-se, nesse momento, de coisas como gentileza, educação, bom senso. Ao contrário, cotoveladas, calos pisados, palavrões... é o que impera. E o pior é que há uma velhinha de seus 75 anos, com sua carteira de passe livre, que precisa descer – pela porta da frente, é claro.
- Ô, meus fí....por Santa Rita, deixa eu descer. Tenho artrose, alguém me ajuda?
Aí a sensibilidade fala mais alto. Por um instante, a regra do mais forte é colocada de lado em nome da solidariedade.
Mas ainda há outros personagens na praça, muitos outros. Um bêbado, por exemplo. Não são 8:00h da manhã e, por incrível que pareça, há um bêbado – daqueles chatos, terrivelmente chatos; do tipo que mexe com todo mundo. E parece que ele havia escolhido os motoristas pra encher o saco. Ele pára todo ônibus que passa, entra e pergunta sempre a mesma coisa, com voz instável:
- Motorista, esse ônibus vai pra onde eu vou?
- O sr. vai pra onde?
- Não sei, responde ele, já descendo às gargalhadas.
Tão chato quanto o ébrio, um outro personagem aparece: um crente. Tipologia: fanático de carteirinha. Gritos estridentes são ouvidos; palavras ameaçadoras são pronunciadas; textos do Apocalipse são proclamados; promessas de fogo eterno aos pecadores são invocadas; o domínio de Belzebu nas almas dos homens é denunciado; o fim do mundo é profetizado e a conversão do coração é solicitada.
Sinal da dureza do coração do homem ou não, ninguém parece dar muita bola. Apenas o outro chato, o bêbado, resolve se manifestar e, em pouco tempo, inviabilizar a pregação do profeta:
- Aleluia, irmão!, gritava ele.
- Glória a Deus! Amém, Senhor! Aleluia!, continuava insistentemente.
Percebendo o riso disfarçado dos presentes, e vendo-se chacoteado, o pregador bate em retirada.
- Esse não diz sequer uma palavra e, estranhamente, fala mais do que o fanático engravatado.
Mas, meu olhar sobre a praça não enxerga somente isso. Há ainda os velhinhos aposentados, sem brilho nos olhos – alguns enxergando cinzentamente a vida e apenas esperando o tempo passar; há um casal da famosa “turma da meota”, fazendo o seu desjejum matinal com um “corote” – ele deve ter pouco mais de 25 anos, ela não mais que 18; há o hippie expondo seu artesanato, o vendedor de caldo de cana arrumando o seu carrinho motorizado, o sr. da banca de jornal, o vendedor de pastéis, os estudantes que sentam na praça pra tagarelar ou mexer no jogos do celular – não tinham aula, pois os professores do Estado haviam parado as atividades; e, por fim, há o personagem mais notado e comentado da praça: um sujeito de seus 60 anos, com um semblante de uma absoluta e desconcertante despreocupação, tranqüilamente sentado no banco central e fumando um cigarro de palha de um abominável e repugnante cheiro que se espalhava por um raio de uns 50 metros.
Essa é a praça. É uma praça daqui de Itabuna, ali no São Caetano. Mas, poderia ser de qualquer lugar. Essa é a nossa praça:
A praça da cultura popular e dos personagens de nossa brasilidade,
domingo, 1 de junho de 2008
Vídeo - 25 anos do maior sucesso de The Police
É uma canção de letra com tom obsessivo. Mas o público a entendeu como de fidelidade e amor - e embora tenha sido composta em meia hora, e sua base musical seja elementar, "Every breath you take" de The Police se converteu desde seu lançamento no maior êxito da banda inglesa.
Confira aqui.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Historias olvidas II - A justiça vê
A história oficial do Brasil continua atraindo inconfidências, deslealdades, às primeiras revoltas pela independência nacional.
Antes que o príncipe português se transformasse em imperador brasileiro, houve várias tentativas patrióticas. As mais importantes foram as de Minas Gerais e da Bahia.
O único protagonista da Inconfidência Mineira que foi enforcado e esquartejado, Tiradentes, era um militar de baixa graduação. Os demais conspiradores, senhores da alta sociedade mineira fartos de pagar impostos coloniais, foram indultados.
No fim da Inconfidência Baiana, o poder colonial indultou todos, com quatro exceções: Manoel Lira, João do Nascimento, Luís Gonzaga e Lucas Dantas foram enforcados e esquartejados. Os quatro eram negros, filhos ou netos de escravos.
Há quem acredite que a Justiça é cega.
(Relato do livro Espelhos, de Eduardo Galeano)
Sugestao de livro: Espelhos, de Eduardo Galeano
"Espelhos, uma história quase universal", é o último livro de Galeano, este fabuloso escritor uruguaio, intelectual comprometido com a história e a dignidade dos vencidos. Fui ao lançamento desse livro aqui em Madri, ontem, e o comprei imediatamente. É mais uma preciosidade, assim como aquele inquietante Veias abertas da América Latina ou O mundo de cabeça para baixo.
Galeano nos brindou ontem com a leitura de alguns dos quase 600 relatos que o livro contem; falou de tantas e tantas histórias esquecidas, de tantas e tantas mentiras contadas, de tantas e tantas injustiças cometidas, num tom simples, poético, irônico, leve, esperançoso e verdadeiro.
"Espelhos" é dessas obras que surgem pra serem lidas e relidas, dessas que nao podem nao ser lidas e relidas.
Na abertura, encontramos escrito:
Os espelhos estão cheios de gente.
Os invisíveis nos vêem.
Os esquecidos nos recordam.
Quando nos vemos, nós os vemos.
Quando nos vamos, eles se vão?
E na última capa:
Este livro foi escrito para que não se vão.
Nestas páginas se unem o passado e o presente.
Renascem os mortos, os anônimos têm nome:
os homens que levantaram os palácios e os templos de seus senhores;
as mulheres, ignoradas pelos que ignoram o que temem;
o sul e o oriente do mundo, desprezados pelos que desprezam o que ignoram;
os muitos mundos que contêm e esconde;
os pensadores e os sentidores;
os curiosos, condenados por perguntar,
e os rebeldes e os perdedores e
os loucos lindos que foram e são o sal da terra.
Sem mais palavras. Vamos à leitura, com a recomendaçao de dedicar mais atençao aos relatos de grandes "espelhos" brasileiros: a inconfidência mineira, a história de Rosa Maria (a primeira negra alfabetizada do Brasil) e outras...como disse Emir Sader, "grandes espelhos em que reconhecemos o mundo que criamos e recriamos todas as horas, mas em que fingimos não nos reconhecermos".
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Historias olvidadas - I
A primeira "história olvidada" eu tiro do livro que me inspirou esta seçao: Espejos - uma historia casi universal, de Eduardo Galeano.
O título é "Fundación de la belleza", e como nos contou hoje o próprio Galeano, no lançamento de seu livro, foi inspirado nas pinturas rupestres que se conservam num certo museu, visitado pelo autor em determinada ocasiao.
"Están allí, pintadas en las pareces y en los techos de las cavernas. Estas figuras, bisontes, alces, osos, caballos, águilas, mujeres, hombres, no tienen edad. Han nacido hace miles y miles de años, pero nacen de nuevo cada vez que alguien las mira.
¿Cómo pudieron ellos, nuestros remotos abuelos, pintar de tan delicada manera? ¿Cómo pudieron ellos, esos brutos que a mano limpia peleaban contra las bestias, crear figuras tan llenas de gracia? ¿Cómo pudieron ellos dibujar esas líneas volanderas que escapan de la roca y se van al aire? ¿Cómo pudieron ellos...?
¿O eran ellas?"
A história olvidada desse texto é clara: a mulher, esquecida, abandonada, invisibilizada; alvo da injustiça secular de nao ver reconhecido o seu papel na construçao da HUMANIDADE.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
I Encuentro Internacional de Becarios IFP/Fundaçao Ford en España
Éramos cerca de 40 bolsistas, originários da América Latina e África. A proposta mais interessante foi a da criaçao de uma Rede de Bolsistas e ex-Bolsistas, com o intuito de trocar experiências, proporcionar ajuda mútua e manter vivos os laços construídos.
Mais detalhes, clicar: I Encuentro Internacional de Becarios IFP en España
I Congresso dos Petistas do Exterior
O encontro terá como pauta:
a) conjuntura nacional; b) conjuntura internacional e tarefas dos petistas residentes no exterior; c) organização dos petistas no exterior.
Os delegados serao eleitos em cada localidade onde há petistas organizados (constituídos em núcleos ou nao), a saber: Alemanha: Berlim, Frankfurt e Stuttgart; Argentina: Buenos Aires; Austrália: Adelaide; Bélgica: Bruxelas; Chile: Santiago; Cuba: Havana e Camaguey; Dinamarca: Copenhague; Estado Espanhol: Barcelona, Madri e Santiago de Compostela; EUA: Boston, Nova York e Washington; Finlândia: Helsinque; França: Paris; Holanda: Amsterdã; Itália: Florença, Roma e Turim; Portugal: Lisboa e Porto; Reino Unido: Londres; Rússia: Moscou; Suíça: Genebra.
Maiores detalhes em: http://www.pteuropa.blogspot.com/
Um bate-papo com Joao Felício, da CUT
Estive, recentemente, em Lisboa participando de um seminário realizado pela CUT e pela CGTP, a maior central sindical de Portugal. O evento amplo contou com a presença de várias centrais sindicais da Europa e dos governos de Portugal e do Brasil.
Estiveram presentes, da parte brasileira, Luiz Dulci, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Carlos Gabas, secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, e Paulo Sérgio de Almeida, presidente do Conselho Nacional de Imigração. Do PT, o Dep. Federal Nilson Mourao e o Sec. de Relaçoes Internacionais, Valter Pomar.
Pela CUT, estava presente o Secretário de Relaçoes Internacionais e ex-presidente da entidade, Joao Felício, com quem tive um excelente bate-papo, publicado originalmente no Pimenta na Muqueca.
(leia mais, clicando no título acima)
Publicado no site Pimenta na Muqueca
Estou ainda meio atônito com a repercussão da saída da Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente. Sabia do prestígio internacional da senadora, mas não imaginava que tivesse proporções tão formidáveis.
Atrevo-me a dizer que, considerando-se o âmbito do poder político e o círculo ambientalista, a ex-ministra rivaliza em pé de igualdade com Lula, em termos de admiração, respeito, prestígio. É tida como uma das maiores autoridades mundiais em matéria ambiental – acabo de confirmar.
(leia mais, clicando no título da matéria)
sábado, 17 de maio de 2008
Moisés, de Michelangelo
De fato, olhando-a, é perfeitamente possível imaginar a alucinaçao que lhe assaltou. Só nao é perfeita por que, justamente, nao fala. O realismo é impressionante: os músculos, a expressao facial, a túnica que recobre o corpo....e tudo isso feito num único pedaço de mármore de Carrara!
O "Moisés" se encontra na entrada da Igreja de San Pietro in Vincoli, em Roma. É, sem dúvida, uma das maiores obras-primas de Michelangelo, junto com o Davi (que está em Florência, na Galeria da Academia), La Pietà do Vaticano (que se acha na Basílica Sao Pedro), e a pintura do teto da Capela Sistina, retratando o Gênesis.
Indo a Roma e Florência, é obrigatório conhecer e admirar as obras desse renascentista que foi escultor, arquiteto, pintor e até poeta.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Sugestao: show de Joao Gilberto e Caetano
Vale a pena conferir.
Destaco todas as músicas que tem a BAHIA como tema:
Bahia com H (Clique)
Acontece que eu sou baiano (Clique)
Eu vim da Bahia
E mais, a ternura de Avarandando e a improvisaçao de O Pato. Formidável.
(Aqui)
(Aqui)
Quatro imagens de Pisa

Praça dos Milagres e o conjunto dos principais monumentos: o batistério, a catedral e a torre.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Rima a uma amiga especial: Nahama!
Uma rima a Nah-Ama! quarta-feira, 14 de maio de 2008
Quatro imagens de Roma
Tom e Joao Gilberto
Encontro de Joao Gilberto e Tom Jobim em 1992, 30 anos depois. Aqui, tocam e Joao Gilberto canta o hino Chega de Saudade. É emocionante. Divirta-se clicando aqui.





